Pã (Pan), deus grego ligado a Saturno Da alquimia da clorofila na matéria verde as almas nuas correm abrindo portas formando estrelas de pontas no topo dos hemisférios de elementos do ar, do fogo, dos raios, de trovões e relâmpagos clareiam orientando os caminhos pelas matas e florestas do pensamento secular clandestino atravessam a moldura, este desejo repleto de paganismo. Saturnais do titã, do céu e da terra agrícola, corre livre o paganismo no sábado. Seja o super-homem vadio e pedinte de abundância, um não-ser adaptável às normas da vida, e tarefas medíocres de labirintos negros, confusos e vazios. Seja a pura essência da energia em movimento, queira apenas o gozo das letras e do carnaval, entre o sossego das árvores, um gene de estrelas esfriadas, segue um mistério da alma, nesta passagem de efêmera sensação egoísta. O instinto nessa alma ressoa… No pão branco e no vinho vermelho de cada dia ...
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