A urgência de se fundar um tempo histórico entre nós Não se pode discutir um sentido histórico da literatura prudentina, porque não há este sentido. Nossas atitudes são a-históricas. O quê se tem que discutir é a urgência de se fundar um tempo histórico entre nós. Pela falta de tradição cultural decorrente do fator marcante em privilegiar o comércio desde a formação de Presidente Prudente e região, amparado por uma monocultura, influenciado também pelo mau costume da dependência/centralização nas decisões dos órgãos culturais do município e Estado, formou-se um conceito de principais polos divulgadores da cultura. Portanto, os produtores culturais não se isolaram do meio social, o que falta estabelecer é uma espécie de ponte, um intermediador, no caso um agente cultural, que proporcione o diálogo aberto visando o benefício do artista e da empresa patrocinadora. Acredito ser preciso privatizar, ao máximo, as atividades culturais, limitando-se a aç...
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