Uma criatura levanta voo reluzente como a estrela secreta e misteriosa no quarto crescente caleidoscópio, alma transparente. Tem quebras, rasgos, impulsos de grande carência, uma loucura clandestina. És nebuloso, porque desconheço De onde vens, onde irás adoro pelo enigma pertinaz pelos imãs, não intimida a música mendaz, som suave de vento que bate nas pedras, sereias cantam para Odisseu amarrado. De tuas vozes como revolver a audição, desviando do destino, para Ítaca, tentação de solidão, não exprime a sensação que invade, as aflições que consomem, ao meditar na triste realidade de que deve ser feita essa tua alma, esse teu espírito. Ignoro quem és, aonde irás, audaz desconhecido impõe nesta sensação de espera e de solidão, tuas palavras soprando ao meu ouvido, mas não mente essa voz que treslouca! - a vontade de amor, febril por tua boca, grito sufocado n...