Pular para o conteúdo principal

Agenda Matarazzo / Setembro de 2011


Literatura

Atividades Gratuitas


De 1 a 30, de segunda a sexta-feira, às 9 e 14h
Dia D... Contação de Histórias
Autor do Mês: Maria Antonia Pietrucci Gonzalez

Este projeto visa promover o incentivo e o gosto pela literatura através de dramatizações, teatro de fantoches e artes plásticas. Pede-se que os agendamentos sejam feitos com antecedência pelos Fones: (***18) 3226-3399/3223-7554, ramal 3326.

De 1 a 30, de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 12h e das 13 às 17h, na Biblioteca Municipal Dr. Abelardo de Cerqueira César
Projeto Dia D – Tira dúvidas
Segundas e quintas (Língua Portuguesa), quartas e sextas-feiras (Matemática), terças (Geografia).
Apoio e reforço escolar, com orientações e auxílio de professores. O projeto promove, também, o esclarecimento de conteudos e auxilia a pesquisa junto ao acervo da Biblioteca.

De 1 a 30, de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 12h e das 13 às 17h, na Biblioteca Municipal Dr. Abelardo de Cerqueira César
Projeto Autor do Mês: Autores Prudentinos

Neste mês, em comemoração ao 94º aniversário de Presidente Prudente, o projeto Autor do Mês destaca a Literatura Prudentina. São mais de 160 autores que acreditam na literatura e produzem obras nos mais variados estilos. Os títulos estão em exposição para visitação e, também, poderão ser retirados para leitura domiciliar pelos associados da Biblioteca.

Dia 10, sábado, às 20h, na Sala de Cinema Condessa Filomena Matarazzo
Encontro com a Poesia

Um espaço onde os apreciadores de poesia podem declamar seus próprios poemas e de autores consagrados. Na ocasião, haverá a apresentação dos seresteiros, que se apresentam aos domingos no Teatro de Arena da Praça 9 de Julho. Um evento que une boa música, clima saudosista e romântico, com a antiga e nova poesia da cidade e da região.

Dia 17, sábado, às 16h, na Sala de Cinema Condessa Filomena Matarazzo
Café Filosófico: Filosofia e Ecologia

No encontro, os professores Gustavo Maia e Gustavo Cunha, da Unoeste/Faclepp, discutirão sobre a relação homem e natureza, assim como os novos paradigmas da ecologia.

Dia 17, sábado, às 19h30, no Teatro Paulo Roberto Lisboa
Sarau Solidário: Raízes Prudentinas

Um olhar sobre a produção local, seja em prosa ou verso, em telas, partituras, na dança. Múltiplas vozes no arquipélago solitário, é a Presidente Prudente dividida por muros, palácios, cercas elétricas, ruas, avenidas, becos, bocas do luxo, do lixo e seus diversos estilos, várias tribos: desde adolescentes, jovens e, até, pessoas maduras, reflexos do arcadismo, do parnasianismo, que procuram sua identidade, suas raízes, sonhos, desamores, pesadelos, contradições, os paradoxos do nosso tempo. As referências desta literatura, mitologias, relembrando o passado orgulhoso, armas, barões, medalhas de honra ao mérito ou cantando a esperança de um mundo melhor, com fé, amor, respeito, solidariedade e equilíbrio com a natureza ou, até, a dor universal sem lirismo ou eufemismo, visionárias influências do surrealismo, da Geração Beat e da moderna poesia americana.

Dia 21, quarta-feira, às 19h, na sala de Convivência
Lançamento do Livro de Receitas: Mulheres de Negócios Cozinham

O volume reune 150 receitas, entre doces e salgados, que foram selecionadas pelas associadas da BPW de Presidente Prudente, e a venda do livro será revertida ao projeto “Oficina Ipê Rosa.”

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

O PAU

pau-brasil em foto de Felipe Coelho Minha gente, não é de hoje que o dinheiro chama-se Pau, no Brasil. Você pergunta um preço e logo dizem dez paus. Cento e vinte mil paus. Dois milhões de paus! Estaríamos assim, senhor ministro, facilitando a dificuldade de que a nova moeda vai trazer. Nosso dinheiro sempre se traduziu em paus e, então, não custa nada oficializar o Pau. Nos cheques também: cento e oitenta e cinco mil e duzentos paus. Evidente que as mulheres vão logo reclamar desta solução machista (na opinião delas). Calma, meninas, falta o centavo. Poderíamos chamar o centavo de Seio. Você poderia fazer uma compra e fazer o cheque: duzentos e quarenta paus e sessenta e nove seios. Esta imagem povoa a imaginação erótica-maliciosa, não acha? Sessenta e nove seios bem redondinhos, você, meu chapa, não vê a hora de encher a mão! Isto tudo facilitaria muito a vida dos futuros ministros da economia quando daqui a alguns anos, inevitavelmente, terão que cortar dois zeros (podemos d...

Trechos de Lavoura Arcaica

Raduan Nassar no relançamento do livro em 2005 Imagem: revista Usina             “Na modorra das tardes vadias da fazenda, era num sítio, lá no bosque, que eu escapava aos olhos apreensivos da família. Amainava a febre dos meus pés na terra úmida, cobria meu corpo de folhas e, deitado à sombra, eu dormia na postura quieta de uma planta enferma, vergada ao peso de um botão vermelho. Não eram duendes aqueles troncos todos ao meu redor velando em silêncio e cheios de paciência o meu sono adolescente? Que urnas tão antigas eram essas liberando as vozes protetoras que me chamavam da varanda?” (...)             “De que adiantavam aqueles gritos se mensageiros mais velozes, mais ativos, montavam melhor o vento, corrompendo os fios da atmosfera? Meu sono, quando maduro, seria colhido com a volúpia religiosa com que se colhe um pomo...

Identidade narrativa e concepções

  (Fragmentos) A performatividade pode ser relacionada à construção de identidade narrativa do filósofo francês Paul Ricoeur, pois também é manifestada através e em um espaço de tempo. E justamente no tempo e no espaço - no caso de  Margarida , personagem de Dinah Silveira de Queiroz, espaços - que, performaticamente por intermédio de seus atos, a identidade da protagonista se desvela e se apresenta. Conforme apontado anteriormente, nas conclusões de  Tempo e narrativa  o autor já traz a afirmação de que a identidade narrativa permite apreender um sujeito em sua constante mudança, pois a mutabilidade não é excluída da coesão de uma vida (Ricouer, 1997). Em  O si-mesmo como um outro , ele preconiza que, apesar das transformações, há algo de permanente: “a ameaça representada para a identidade só será inteiramente conjurada se, como base da semelhança e da continuidade ininterrupta da mudança, se apresentar um princípio de  permanência no tempo ” (Ricouer,...