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Altas Águas Claras



Ao som atonal da cítara de Alberto Marsicano, no Festival de Águas Claras, em sua quarta versão, em 1984, na Fazenda Santa Virgínia, em Iacanga, no Estado de São Paulo. Estava com Miriam, namorada, catequista e sacerdotisa de Baco, de olhar floresta esverdeada adocicada em mel, com quem iniciei nas estrelas e nos universos paralelos, às 6 horas, da manhã, tomando banho no lago da propriedade rural. Sol, som, chuva, arco-íris, entre outras curtições. Impávido colosso e em berço esplêndido. Anos depois, encontrei a ilustração em lápis-aquarela.

High clear water


To the atonal sound of Alberto Marsicano's zither at the Aguas Claras Festival, in its fourth version, in 1984, at Santa Virgínia Farm, in Iacanga, in the State of São Paulo. I was with Miriam, a catechist and priestess from Bacchus, looking at the greenish-sweet forest with honey, with whom I began in the stars and parallel universes at 6 o'clock in the morning, bathing in the lake of the country estate. Sun, sound, rain, rainbow, among other tantrums. Unforgettable colossus and splendid cradle. Years later, I found the illustration in watercolor pencil.


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