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Instituição podre

Descontrole e medo, faces do século 21

A análise crítica “Cultura Líquida das Aparências (Parte 3)”, de Rubens Shirassu Júnior, teve a aprovação da editoria do jornal Tribuna Livre, de Presidente Venceslau, Estado de São Paulo, e foi publicada na página 2, da edição 4.860, de 10 de março de 2019, domingo último. Para você ler o artigo completo, click no link do diário abaixo: http://tribunalivrepv.com.br/edition.php Uncontrollable and fearful faces of the 21st century Rubens Shirassu Júnior's critical analysis of the "Net Culture of Appearances" (Part 3) was approved by the newspaper Tribuna Livre, by President Venceslau, State of São Paulo, and was published on page 2 of the 4,860 issue of March 10, 2019, last Sunday. To read the full article, click on the link in the journal below: http://tribunalivrepv.com.br/edition.php #Rubens Shirassu Júnior #escritor brasileiro #artigo #cultura líquida #ações esparsas #entidades representativas engessadas #brazilian writer...

Artigo e duas ilustrações em publicação

Os editores Zelmo Denari e José Roberto Fernandes Castilho, do Pio-Pardo, jornal mensal de opinião de Presidente Prudente, São Paulo, selecionaram o artigo “História sem Arremate”, de Rubens Shirassu Júnior , publicado n o item Literatura, na página 7. Além da análise crítica do escritor, pesquisador, jornalista e pedagogo de São Paulo, aprovaram também a ilustração digital “Cultura Líquida das Aparências 2”, que complementa a matéria “O Padre do Balão”, no item Prêmio Inusitado, na página 8, da edição 73, de março de 2019.

Cultura líquida das aparências (Parte 3)

Alguns acontecimentos da segunda metade do século XX, como a instabilidade econômica mundial, o surgimento de novas tecnologias e a globalização, contribuíram para a perda da ideia de controle sobre os processos do mundo, trazendo incertezas quanto a nossa capacidade de nos adequar aos novos padrões sociais, que se liquefazem e mudam constantemente. Nessa passagem do mundo sólido ao líquido, Zygmunt Bauman chama atenção para a liquefação das formas sociais: o trabalho, a família, o engajamento político, o amor, a amizade e, por fim, a própria identidade. Essa situação produz angústia, ansiedade constante e o medo líquido: temor do desemprego, da violência, do terrorismo, de ficar para trás, de não se encaixar nesse novo mundo, que muda num ritmo hiperveloz. Para a sociedade da cultura líquida, a marca do artista não tem espaço. Isso porque ela milita contra o sacrifício das satisfações imediatas em função de objetivos distantes, bem como questiona o valor de sacrificar s...

Sem consciência e marketing cultural

  “Esta reflexão não quer romper com a história cultural fragmentada de Presidente Prudente, que permitiu identificar a pirâmide social, provar o refreamento da classe pobre e, principalmente, dos excluídos e uma pequena parcela dos descendentes indígenas. Mostrar dos espaços especializados e a escalada da separação entre o privado e o público, o profissional, o íntimo, o trabalho e o lazer. Parece-me difícil demais analisar retrospectivamente as manifestações culturais em espaços privados, como aconteceu no Alquimia Bar, do Mário Paulo Rodrigues, e no Clube da Esquina, do Gilmar Santos, que fizeram nossa compreensão evoluir desde a década de 1980, quaisquer que sejam suas insuficiências ou limites intelectuais que podemos contestar”. Esta, entre outras reflexões, compõe a análise crítica de Cultura Líquida das Aparências (Parte 2) , de Rubens Shirassu Júnior, escritor, pesquisador, jornalista e pedagogo de São Paulo, foi publicada na edição 4.853, de 27 de fevereiro...

Cultura líquida das aparências (Parte 2)

  O sistema da convivência social é transmutado quando a comunidade no seu espaço de lazer desfruta de atividades culturais. Ocorre o favorecimento do pensar, do dialogar e de ouvir as opiniões diversas, entre o corpo e suas disciplinas, entre conveniências indumentárias, são pouco a pouco modificados pelas capacidades produtivas, pela evolução simultânea dos códigos de costumes e das sensibilidades, quando, por outros consumos pela utilização diferente das coisas, os indivíduos podem se construir e outra forma e reajustar sua relação com a coletividade. O afastamento da política e ainda ausência de interesse pelo processo político, também está se afastando do conceito de democracia e cidadania. Giroux & Giroux diz que a cidadania foi reduzida ao ato de comprar e vender mercadorias, em vez de evoluir para uma democracia substancial. E ainda, que a liberdade dos cidadãos foi plantada e enraizada no solo sociopolítico, devendo ser fertilizado diariamente pelas açõ...