“Esta reflexão não quer romper com a história cultural fragmentada de Presidente Prudente, que permitiu identificar a pirâmide social, provar o refreamento da classe pobre e, principalmente, dos excluídos e uma pequena parcela dos descendentes indígenas. Mostrar dos espaços especializados e a escalada da separação entre o privado e o público, o profissional, o íntimo, o trabalho e o lazer. Parece-me difícil demais analisar retrospectivamente as manifestações culturais em espaços privados, como aconteceu no Alquimia Bar, do Mário Paulo Rodrigues, e no Clube da Esquina, do Gilmar Santos, que fizeram nossa compreensão evoluir desde a década de 1980, quaisquer que sejam suas insuficiências ou limites intelectuais que podemos contestar”. Esta, entre outras reflexões, compõe a análise crítica de Cultura Líquida das Aparências (Parte 2) , de Rubens Shirassu Júnior, escritor, pesquisador, jornalista e pedagogo de São Paulo, foi publicada na edição 4.853, de 27 de fevereiro...