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Novos acadêmicos da AVL


Rubens Shirassu Júnior, com o diploma,
ao lado de Ari Florentino da Silva, da Academia




Em 27 de abril último, numa sexta-feira, a partir das 19 horas, no anfiteatro da Uniesp, no Jardim Coroados, ocorreu a solenidade de posse dos novos membros da Academia Venceslauense de Letras (AVL), de Presidente Venceslau, São Paulo.
Tomaram posse os seguintes escritores: Roosevelt Roque dos Santos, Telma da Costa, Rubens Shirassu Júnior, Klaison Gustavo Simeoni, Maria Antônia Soares e Aparecido de Mello. Na ocasião, o acadêmico Paulo Francis atuou como mestre de cerimônia e, após a formação da mesa de trabalhos, quem saudou os novos acadêmicos foi o médico Tácito Cortes, um dos mais antigos acadêmicos.
Em seguida, foram entregues os diplomas e cada empossado teve um breve tempo para se apresentar e discorrer sobre o patrono de sua cadeira. Após a solenidade, houve uma confraternização num restaurante local.

Primeira Academia

Presidente Venceslau, na região de Presidente Prudente, foi a primeira cidade contemplada com uma Academia de Letras. Ao todo são 30 cadeiras, a maioria ocupada por personalidades envolvidas nos diversos segmentos de cultura: literatura, jornalismo, música, teatro e afins.
A instalação da Academia Venceslauense de Letras, conhecida como AVL, ocorreu na noite de 7 de julho de 2008 durante um jantar de confraternização num salão de festas à Rua General Osório daquela cidade. Estiveram presentes na solenidade os representantes das Academias de Letras de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, escritores e convidados da região oeste do Estado.
Inocêncio Erbella, que foi prefeito, deputado e secretário de Estado, idealizou e sempre colaborou para o aprimoramento da AVL. Já o ilustre poeta e escritor Hélio Serejo é o patrono da Academia, em virtude de sua brilhante carreira eclética como jornalista, escritor, memorialista e folclorista. Entre outras inúmeras ações, liderou uma campanha patrocinada pelo Rotary Clube, que culminou com a construção da ponte que liga São Paulo a Mato Grosso do Sul, sobre o Rio Paraná, em Presidente Epitácio que hoje, merecidamente, leva o seu nome.

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