Pular para o conteúdo principal

Cliparts líricos de Mussa










            A poeta Leonícia Aleixo Mussa autografará na galeria Takeo Sawada, do Centro Cultural Matarazzo, de Presidente Prudente, o seu novo livro que se chama “Para Sempre.” Essa é a quarta obra de uma das mais antigas participantes da Associação Prudentina de Escritores (APE), do Sarau Solidário e de um espaço de poesia, publicado todas as quintas-feiras dentro de um caderno de cultura e entretenimento de um tradicional jornal da cidade. Vejo novos amores, novas formas de se amar e acordar depois de um sonho, essas criaturas estão dispostas a "amar tudo de novo”.  – ressalta Mussa.    
            O lançamento ocorrerá em 14 de março, sábado, às 9h30 e, na oportunidade, comemora-se também o Dia da Poesia. O 95º Encontro com a Poesia - Café Poético, integra o calendário da biblioteca, desde 2004, portanto, há dez anos. Uma promoção conjunta entre o Governo de Presidente Prudente, a Secretaria Municipal de Cultura e da Biblioteca Municipal Dr. Abelardo de Cerqueira César.




PARA SEMPRE
Leonícia Aleixo Mussa
Poemas
88 Páginas
Edição Independente
Preço: R$ 15,00 (Quinze Reais)
Dia: 14 de março de 2015 (Sábado)
Horário: às 9h30 (manhã)
Entrada gratuita
Centro Cultural Matarazzo
Galeria Takeo Sawada
Rua Quintino Bocaiúva, Nº 749
Vila Marcondes
Presidente Prudente - São Paulo
Biblioteca Municipal Dr. Abelardo de Cerqueira César










Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

O PAU

pau-brasil em foto de Felipe Coelho Minha gente, não é de hoje que o dinheiro chama-se Pau, no Brasil. Você pergunta um preço e logo dizem dez paus. Cento e vinte mil paus. Dois milhões de paus! Estaríamos assim, senhor ministro, facilitando a dificuldade de que a nova moeda vai trazer. Nosso dinheiro sempre se traduziu em paus e, então, não custa nada oficializar o Pau. Nos cheques também: cento e oitenta e cinco mil e duzentos paus. Evidente que as mulheres vão logo reclamar desta solução machista (na opinião delas). Calma, meninas, falta o centavo. Poderíamos chamar o centavo de Seio. Você poderia fazer uma compra e fazer o cheque: duzentos e quarenta paus e sessenta e nove seios. Esta imagem povoa a imaginação erótica-maliciosa, não acha? Sessenta e nove seios bem redondinhos, você, meu chapa, não vê a hora de encher a mão! Isto tudo facilitaria muito a vida dos futuros ministros da economia quando daqui a alguns anos, inevitavelmente, terão que cortar dois zeros (podemos d

Trechos de Lavoura Arcaica

Raduan Nassar no relançamento do livro em 2005 Imagem: revista Usina             “Na modorra das tardes vadias da fazenda, era num sítio, lá no bosque, que eu escapava aos olhos apreensivos da família. Amainava a febre dos meus pés na terra úmida, cobria meu corpo de folhas e, deitado à sombra, eu dormia na postura quieta de uma planta enferma, vergada ao peso de um botão vermelho. Não eram duendes aqueles troncos todos ao meu redor velando em silêncio e cheios de paciência o meu sono adolescente? Que urnas tão antigas eram essas liberando as vozes protetoras que me chamavam da varanda?” (...)             “De que adiantavam aqueles gritos se mensageiros mais velozes, mais ativos, montavam melhor o vento, corrompendo os fios da atmosfera? Meu sono, quando maduro, seria colhido com a volúpia religiosa com que se colhe um pomo. E me lembrei que a gente sempre ouvia nos sermões do pai que os olhos são a candeia do corpo. E, se eles er

O Visionário Murilo Mendes

Retrato de Murilo Mendes (1951) de Flávio de Carvalho Hoje completaram-se 38 anos de seu falecimento Murilo Mendes, uma das mais interessantes e controvertidas figuras do mundo literário brasileiro, um poeta difícil e, por isso mesmo, pouco divulgado. Tinha uma personalidade desconcertante, sua vida também constitui uma obra de arte, cheia de passagens curiosas de acontecimentos inusitados, que amava Wolfgang Amadeus Mozart e ouvia suas músicas de joelhos, na mais completa ascese mística, não permitindo que os mais íntimos se acercassem dele nessas ocasiões. Certa vez, telegrafou para Adolph Hitler protestando em nome de Mozart contra o bombardeio em Salzburgo. Sua fixação contemplativa por janelas foi assunto do cronista Rubem Braga. Em 1910, presenciou a passagem do cometa Halley. Sete anos depois, fugiu do internato para assistir ao brilho de outro cometa: Nijinski, o bailarino. Em ambos os casos sentiu-se tocado pela poesia. “Na